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Cravos da madrugada

Tonicha
Lingua: Portoghese


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‎[1975]
Parole di Mário Castrim
Musica di Nuno Nazareth Fernandes
Album “Canções de Abril”‎

Quando o povo ergueu a sua voz
Para deixar de ser escravo
O sol nasceu e brilhou para nós
E tinha a forma de um cravo.

Era ainda madrugada
E já um cravo dizia
Que na ponta da espingarda
Era tempo de ser dia.

Eram cravos cravos cravos
Eram cravos mais de mil
Eram punhos levantados
Do povo no mês de Abril.‎

Eram cravos cravos cravos
Eram cravos mais de mil
Eram punhos levantados
Do povo no mês de Abril.

O cravo exigiu salário
Para se tornar português
Alex deu sangue operário
Catarina o camponês.

Aperta um cravo na mão
Carne viva cravo novo
Defende-o bem, capitão
Defende-o capitão-povo.‎

Eram cravos cravos cravos
Eram cravos mais de mil
Eram punhos levantados
Do povo no mês de Abril.‎

Eram cravos cravos cravos
Eram cravos mais de mil
Eram punhos levantados
Do povo no mês de Abril.‎

inviata da Bartleby - 24/2/2012 - 13:59



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