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Chacun de vous est concerné [incl. Canzone del maggio di Fabrizio De André]

Dominique Grange
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OriginaleTraduzione portoghese di Jorge Stolfi, professore d’informatica a...
CHACUN DE VOUS EST CONCERNÉ [INCL. CANZONE DEL MAGGIO DI FABRIZIO DE ANDRÉ]

Même si le mois de mai,
Ne vous a guère touché,
Même s’il n’y a pas eu,
De manif’ dans votre rue.
Même si votre voiture
n’a pas été incendiée,
Même si vous vous en foutez,
Chacun de vous est concerné.

Même si vous avez feint,
De croire qu’il ne se passait rien,
Quand dans le pays entier,
Des usines s’arrêtaient
Même si vous n’avez rien fait,
Pour aider ceux qui luttaient,
Même si vous vous en foutez,
Chacun de vous est concerné.

Même si vous avez fermé,
Votre porte à notre nez,
Une nuit où nous avions,
Les CRS aux talons,
Si vous nous avez laissés,
Matraqués sur le palier,
Même si vous vous en foutez,
Chacun de vous est concerné.

Même si dans votre ville
Tout est resté bien tranquille,
Sans pavés, sans barricades,
Sans blessés et sans grenades.
Même si vous avez gobé,
Ce que disait la télé,
Même si vous vous en foutez,
Chacun de vous est concerné.

Même si vous croyez maintenant,
Que tout est bien comme avant,
Parce que vous avez voté,
L’ordre et la sécurité
Même si vous ne voulez pas,
Que bientôt on remette ça,
Même si vous vous en foutez,
Chacun de vous est concerné.
CANÇÃO DO MAIO

Lutavam como se brinca
os filhotes do maio, era normal.
Eles tinham tempo
até para a cadeia;
a esperá-los fora ficava
a mesma raiva,
a mesma primavera.

Ainda que o nosso maio
tenha dispensado sua coragem,
se o medo de olhar
lhes fez olhar para o chão,
se decidiram depressa
que não era sua guerra,
vocês não fizeram parar o vento;
lhe fizeram perder tempo.

E se vocês se disseram,
"Não está acontecendo nada,
a fábricas reabrirão,
prenderão alguns estudantes";
convencidos quer era uma brincadeira
na qual teríamos brincado pouco,
vocês foram o instrumento
para nos fazer perder um monte de tempo.

Se vocês deixaram agir
os profissionais dos cassetetes
para se livrarem de nós canalhas,
de nós marginais, de nós rebeldes,
deixando-nos, de sã consciência,
sangrar nas calçadas,
ainda que agora vocês não se importem,
naquela noite vocês estavam lá.

E se nos seus bairros
tudo ficou como ontem,
e ficaram nos seus lugares
até as pedras nas suas vielas,
se vocês deram crédito
às "verdades" dos seus jornais,
não lhes restou nenhum argumento
para nos fazer ainda perder tempo.

O conhecemos muito bem
esse seu progresso fingido,
o seu comandamento:
"ame o consumo com a você mesmo";
e se vocês o respeitaram
até o ponto de absolver quem em nós atirou,
viremos outre vez às suas portas
e gritaremos ainda mais alto:
"Vocês não podem parar o vento,
só lhe fazem perder tempo;
vocês não podem parar o vento,
só lhe fazem perder tempo."


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